A decorrência dos nossos mundos nos leva a velocidade e a certa pureza e nitidez das imagens para que todos os detalhes sejam inclusos aos nossos benefícios de existir. Tudo, sempre tudo, quando fora de qualquer outra coisa esta também, ali, o foco. Mas nunca nada pode ser indefinido. Nada pode ser sem data, lugar e assim vem a substancia do triunfo. Fora isso , as estratégias da pôs modernidade nos inclui num universo sem definição, sem mesmo algo temático e de identidade fixa. Isto por que tudo pode sem que mesmo haja mérito ou mesmo autorização para tal.
A Neblina que avistamos nestas imagens não exercem impedimentos mas texturas de um algo sem características tão solidas e talvez, tão nossas. Uma fumaça leve sem cheiro e odor do que seja para que tenhamos disso, uma postura de respeito como se focemos uma entidade observando as paisagens que mesmo fixa, mudam sem movimento. São outros lugares de outros tempos sem a métrica dos ponteiros. Uma nostalgia sem uma exata memoria que mesmo carcomida pelo passar do tempo, remete ao estado antigo de um lugar, ou por vivencia postiça, salta-se por intermédios de nossas inseguranças.
Uma Imagem aqui fora de foco ou mesmo de borda depauperada. Finda-se ou inicia-se ainda por incrível pela sua condição de contexto e com elementos visuais sobreviventes como pré documento de algo muito peculiar. A pura descoberta daquilo que sempre esteve tão longe.